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AMOR LILÁS

  • Foto do escritor: Luciano Dídimo
    Luciano Dídimo
  • há 1 dia
  • 1 min de leitura


A flor lilás mencionada neste soneto octossílabo — a Érica — sempre foi, em nossa família, um símbolo de delicadeza e memória. Sua pequenez e sua cor passaram a nos remeter à nossa filha Gianna, que há 22 anos, viveu entre nós por apenas 22 dias, deixando, contudo, uma presença definitiva em nossos afetos.


Amor Lilás nasceu no instante em que recebemos, pela graça, a notícia de que nosso segundo neto seria uma menina e que também receberia o nome de Gianna. O poema não fala de substituição, mas de continuidade: do amor que permanece, que atravessa o silêncio do luto e se manifesta, renovado, como bênção e paz.


O lilás, aqui, é memória, promessa e abraço. E se o amor do Benício é azulzinho, o da Gianna agora é lilazinho!



Luciano Dídimo

 
 
 

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